#MeMadeMay semana 3 / #MeMadeMay week 3

Olá olá!!

Aqui ficam os meus “outfits” feitos por mim que usei esta semana para o desafio #MeMadeMay. Se quiserem perceber do que estou a falar vejam este post.

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Dia 15 – Breton top 

Dia 16 – McCalls m6649 shirt

Dia 17 – Susie blouse

Dia 18 – Hollyburn skirt

Dia 19 – Miette cardigan

Dia 20 –  Datura blouse

Dia 21 – Heather dress

A minha terceira peça feita para o desafio de aumentar o guarda roupa é o meu  Heather dress da Sew over it:

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Este vestido foi feito com um tecido que me ofereceram no Natal, achei que ficaria muito bem nos painéis laterais e mangas deste vestido e comprei um metro de tecido ponte roma violeta na Minerva crafts para o painel central, o que confere alguma estrutura ao vestido.

Acho o design muito giro e prático, o que será melhor que um vestido com bolsos, mas confesso que não gosto de me ver nele.

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Fiz o tamanho que costumo usar nos moldes da Sew over it (14 no peito e cinta e o 12 no resto) mas parece-me um pouco grande demais, este molde deve ter sido desenhado com mais folga que os outros que usei da mesma marca, e como consequência tenho vários problemas de ajuste ao corpo, que talvez fiquem resolvidos se usar um tamanho menor. Apenas para referência futura, neste molde preciso estreitar os ombros, trazer a costura dos ombros cerca de 5cm para a frente, fazer o ajuste para costas curvadas e retirar largura em todo o corpo. Para me ajudar a fazer o molde na corta e cose reduzi as margens de costura para 1cm, mas neste caso, as instruções aconselham a usar a máquina de costura e depois retirar o excesso de margem e rematar as margens na corta e cose. Como foi o que acabei por fazer ajustar as margens no molde foi desnecessário.

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E é tudo, voltarei na próxima semana. Já sabem se quiserem manter-se a par das peças do meu vestuário feito à mão que vou usando durante este mês, acompanhem a minha conta no Instagram.

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Hi guys!!

Here are these week’s me-made outfits for #MeMadeMay. If you don’t know what I’m talking about refer to this post.

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Day 15 – Breton top 

Day 16 – McCalls m6649 shirt

Day 17 – Susie blouse

Day 18 – Hollyburn skirt

Day 19 – Miette cardigan

Day 20 –  Datura blouse

Day 21 – Heather dress

My third make this month, entering in the challenge of adding a new handmade piece each week is my Heather dress from Sew over it:

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This dress was made using a jersey fabric I got for Christmas, I thought it would look lovely in the side pannels and sleeves of this dress, and I got a meter of purple ponte roma in Minerva crafts for the center pannel to add some structure to the dress.

The dress design is quite cute and comfy, what could be better than a dress with pockets, but I confess, I do not like to see myself in it.

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I sewed my regular Sew over it size, a 14 bust and waist and 12 everywhere else, but it looks way too big for me. This pattern was probably made with a bit more ease than the other patterns from the same brand, and therefore I have plenty of fit issues, that might be solved if I used a smaller size. For future reference I need a small shoulder adjustment, to bring the shoulder seam about 5cm to the front, to make a sway back adjustment and reduce width all over. To help me use the serger I shortened the seam allowances to 1cm, but the instructions recommend sewing on a regular sewing machine and then trim the seams on the serger, which I did, so altering the seam allowances was a waste of time.

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That’s it for this week, I’ll see you next week. If you’d like to see the handmades I’m wearing each day head over to my Instagram

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#MeMadeMay semana 2 / #MeMadeMay week 2

Olá malta!!

E continuamos em  Maio, cá fica o que usei esta semana:

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Dia 8 – Dahlia dress

Dia 9 – Agnes top  e Damson shawlette

Dia 10 – Bruyére shirt

Dia 11 – Japanese style top

Dia 12 – Ultimate trousers

Dia 13 –  Ultimate wrap dress

Dia 14 – Chemisette from marie claire idées

 

E a segunda peça feita para o desafio de aumentar o guarda roupa é o meu Ultimate wrap dress da Sew over it:

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Usei um tecido baby rib da The sweet mercerie, com um padrão geométrico, que como já devem ter reparado, é um dos meus favoritos. Quando escolhi o tecido fiquei um pouco assustada com o “rib” (canelado), mas depois de o apoio fantástico da loja online me explicar que é idêntico ao tecido dos bodys de bébés achei que ficaria óptimo e não me enganei.

Gostei muito do resultado de costurar o molde, fiz o tamanho 14 no peito e cinta e o 12 nos ombros, mangas e anca. Se fizesse de novo aumentaria o comprimento da saia, na realidade fiquei um pouco desapontada por o comprimento de origem não ficar tal como o desenho da direita da capa do molde, pelo joelho. Fora isso faria apenas alguns ajustes para que me assente melhor. Não dá para ver na foto neste tecido, mas as minhas costas curvadas fazem com que fique com uma folga nas costas, e o ajuste é relativamente simples. 

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E é tudo, voltarei na próxima semana. De novo, se quiserem manter-se a par das peças do meu vestuário feito à mão que vou usando durante este mês, acompanhem a minha conta no Instagram.

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Hi guys!!

It’s still  May, here’s what I’ve worn this week:

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Day 8 – Dahlia dress

Day 9 – Agnes top  and Damson shawlette

Day 10 – Bruyére shirt

Day 11 – Japanese style top

Day 12 – Ultimate trousers

Day 13 –  Ultimate wrap dress

Day 14 – Chemisette from marie claire idées

My second make this month, entering in the challenge of adding a new handmade piece each week is my Ultimate wrap dress from Sew over it:

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The fabric I used is a baby rib from The sweet mercerie, with a lovely geometric pattern, that you probably have realized is one of my favourite by now… When I chose the fabric I was a bit scared by the word “rib”, yet the fantastic team at the online store explained it was more like the rib in a babygrow than the rib in a sweater. I’m really happy with my fabric choice, it’s perfect for this dress.

I really like the fit out of the packet, I sewed a size 14 at bust and waist and 12 everywhere else. If I were to do it again I’d lenghten the skirt, I was quite disappointed that there was no way I could achieve the lenght in the drawing at the right in the pattern. Other than that I would just make some small fit adjustments. You can’t really tell in the photo but the fabric pools at the small of my back, so I’ll need a sway back adjustment.

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That’s it for this week, I’ll see you next week. Again, if you’d like to see the handmades I’m wearing each day head over to my Instagram.

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#mmmay17 – semana 1 / #mmmay17 week 1

Olá malta!!

Já olharam para os vossos calendários? Sabem em que mês estamos? É Maio, o que significa que o #memademay voltou em força, e claro que não poderia deixar de participar!!

“E o que é o Me Made May?” – perguntam vocês. O Me Made May é um desafio, criado em 2010 pela blogger So Zo para as costureiras (e não só) usarem as suas peças feitas à mão durante o mês de Maio. Claro que o desafio é pessoal, e cada um segue o critério que lhe apetecer. Eu vou fazer um desafio relativamente leve, que é usar uma peça feita por mim todos os dias, de preferência tirar uma foto e partilhar no Instagram como prova, e criar mais algumas peças para aumentar o guarda-roupa para o próximo desafio.

Esta semana, confesso, falhei um dia no desafio da documentação, e falhei totalmente em usar peças feitas por mim num dia:

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Dia 1 – agnes top

Dia 2 – cheyenne tunic

Dia 3 – seiklus shawlette

Dia 4 – silk cami

Dia 5 – juneberry triangle (sem foto)

Dia 6 –  falhei

Dia 7 – biscayne blouse

 

E para já cumpri com o desafio de aumentar o guarda roupa:

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Esta blusa foi feita a muito baixo custo, a partir de um retalho da feira dos tecidos, com botões, linha e entretela do stash, e com um molde gratuito da Marie Claire ideés.

Gostei de usar este molde gratuito, embora não o aconselhe a quem não tem experiência – o molde não incluí margens de costura, e as instruções resumem-se a 5 desenhos e algumas frases em francês. Costurei o tamanho 40/42 que é o maior que é oferecido, serve mas acho que numa próxima terei que explorar a modificação para aumentar o tamanho da peça no peito. 

Por esta semana é tudo, voltarei na próxima. Se quiserem ver como vou usando as peças que fiz à mão vão acompanhando o meu Instagram 😉

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Hi guys!!

Have you had a look at your calendars? Did you notice we’re already in May? This means #memademay is back in full swing, and of course, I had to take part!!

“What is Me Made May?” – you ask. Me Made May is a challenge, created in 2010 by the blogger So Zo to get makers (sewers and more) to use their handmade pieces during the month of May. Of course the challenge is set by each participant, I’ll try to use at least a handmade piece each day, preferably will take a picture and share on Instagram as proof, and I’ll make a few more pieces to complete my handmade wardrobe where needed and to wear on next year’s challenge.

This week, I confess, I failed. I failed a day in the “documentation” challenge and I did not wear any handmade piece on one of the days:

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Day 1 – agnes top

Day 2 – cheyenne tunic

Day 3 – seiklus shawlette

Day 4 – silk cami

Day 5 – juneberry triangle (no photo)

Day 6 –  I failed

Day 7 – biscayne blouse

And by now I’ve already completed my challenge of adding new pieces to my handmade wardrobe:

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This blouse is the epitome of low cost, I used a remnant piece from feira dos tecidos, buttons, thread and interfacing from the stash and a free pattern from Marie Claire ideés.

Even though I like the result I wouldn’t recommend this pattern to anyone less experienced. The pattern does not include seam allowances, and the instructions are 5 drawings and a few lines in French. I sewed up size 40/42, which is the largest offered. It fits but I might try a full bust adjustment on a next iteration of the pattern.

And that’s all for this week, I’ll return next week. If you’d like to follow the pieces I’m wearing each day, please check my Instagram meanwhile 😉

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Vintage shirt dress

Olá Olá

Vim cá mostrar-vos o meu novo vestido camiseiro:

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Desculpem a má qualidade das fotos, tirar foto às 19:00 não funciona de todo!!

 

O molde é o Vintage shirt dress da loja Sew Over it. Como o nome indica, tem um estilo vintage / anos 50 e um corte que adoro. Tenho um vestido de compra no mesmo estilo que amo de paixão, e definitivamente preciso fazer mais vestidos destes, talvez com a barra para os botões falsa, e talvez num tecido um pouco mais fluido.

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Este vestido não tem pinças, apenas pregas nos ombros e na cinta para modelar, se têm dificuldade em fazer pinças talvez seja uma boa opção para vocês experimentarem. Quando experimentei o topo do vestido a cava estava um pouco larga demais no ombro à frente, e por isso cortei uma fatiazinha de tecido para a ajustar antes de costurar a manga. Acho que me assenta bastante bem quer na frente quer nas costas, mas para uma próxima vez irei alongar a frente talvez 1cm em comprimento e retirar 1cm de comprimento nas costas. Acho que a saia poderia ser um pouco mais comprida, o modelo aconselhava uma bainha de 4cm, mas eu fiz só uma bainha simples de 6mm, e mesmo assim acho que preferiria ter o comprimento do vestido por inteiro, sem bainha.

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Sim, nem se nota que estive sentada…

Crítica ao molde:

Instruções – simples e “to the point”. Se já têm alguma experiência em costurar moldes de vários designers vão começar a aperceber-se que algumas vezes os designers mandam fazer algumas coisas nas instruções apenas porque é da preferência deles trabalhar dessa forma. Estas instruções podem ser alteradas sem o perigo de a construção da peça correr mal. No caso dos moldes Sew over it, somos instruídos para chulear as peças todas antes de coser e não se usam pespontos em lado nenhum, apenas são costuradas as margens de costura (understitiching) para manter as peças no sítio. Ora eu prefiro não ficar com a margem de costura completa nas peças terminadas, e por isso nunca chuleio antes de costurar as peças, chuleio tudo no final e aproveito para reduzir a margem de costura também. Se achar que fica melhor um pesponto, esqueço o understitching e faço só o pesponto.

Medidas, ajustes e alterações – Fiz o tamanho 12 (um tamanho abaixo do recomendado para as minhas medidas, mas em que o tamanho final do vestido fosse maior que a minha medida), sem grandes modificações, fora o ajustar a cava e a bainha mais curta como disse anteriormente. Também modifiquei um pouco a construção de maneira a deixar as costuras laterais para o final para que pudesse experimentar e ajustar se necessário.

Tecido – O tecido é um camiseiro de algodão simples, não costurei forro, mas na foto estou a usar uma combinação de alças por baixo para reduzir a estática. Gastei quase 3m de tecido para fazer o vestido com a manga 3/4.

Dificuldade – aconselharia apenas a costureiras aventureiras e já com alguma experiência em fazer peças de roupa. 

Até breve 😉

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Hey there!!

I had to show off my new shirt dress:

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I’m sorry for the poor photo quality, taking pictures at 19:00 is not a good idea at all!!

The pattern is the Vintage shirt dress from Sew Over it. As the name implies it has a wonderful vintage/50’s style that I adore. I have a similar store bought dress that I’ll take to the grave and hope I can wear for many more years to come. I definitively need to make more of these, maybe with a fake button placket and in a swingy-er fabric.

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The dress does not have any darts, just pleats, if you dislike sewing darts it might be a good choice for you. When I tried the bodice on the armscye was a bit to long on the front shoulder, so I took a small slice of fabric off to adjust it before sewing on the sleeve. For my next version I might take maybe a cm in length out of the back and add it to the front lenght. The skirt could also be a tad longer, the pattern recommended a 4cm hem, I went with 6mm and I wish I could not have made a hem at all.

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Yup I sat on it

Pattern review:

Instructions – really simple and to the point. I usually bypass all the typical sew over it instructions, that refer to their particular preferences in construction and aren’t essential for the final product. Sew over it usually recommends zig-zagging or overlocking all pieces before sewing, yet I prefer to do this at the end and reduce seam bulk in one fell swoop. Sew over it patterns also don’t use topstitching, instead they prefer to understitch all pieces. But I do like a topstitch, so I skip on understitching and just topstitch the edges.

Fitting and alterations – I made a size 12 (a size smaller than the recommended for my measurements, yet the final dress size is still larger than the measurement), without adjustments, other than the armscye and hem, as I said before. I also changed the construction order a bit, so I could leave the side seams to the end and adjust there if needed.

Fabric – fabric is a simple cotton shirting, I didn’t add a lining but I use it with a slip to reduce static. I used almost 3m of fabric to make the dress with 3/4 sleeve.

Difficulty – Adventurous begginers to more advanced sewers, or having some expertise in garment sewing (collars are allways a bit tricky to master).

See ya 😉

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Nanook

Olá Olá!!

Terminei recentemente o meu casaco Nanook e estou completamente apaixonada por ele:

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Este modelo estava na minha lista de projectos há imenso tempo e fiquei super feliz de finalmente conseguir fazê-lo e adoro o resultado! Quando comprei o fio Beiroa imediamente pensei no modelo Nanook como a combinação ideal, as frentes em ponto jarreteira são perfeitas para harmonizar as riscas mais escuras e as variações de cor natural da lã. Na minha opinião, a versão original do modelo em cor sólida fica um nadinha sensaborona para o meu gosto ;P  O fio Beiroa é um pouco mais fino que o usado no modelo, mas não é nada que não se remedeie com um pouco de matemática e uma boa amostra. Talvez ainda adicione o botão na gola para poder apertá-lo sempre que me apetecer.

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Embora não o pareça, este casaco tem uma construção sem cavas, circular, o que os anglosaxónicos chamam de “round yoke”, mas esta construção acontece só nos ombros e e costas. Os aumentos são um pouco rápidos, o que faz o topo das costas ter um pouco mais de folga que o necessário. Este é o  único defeito que posso apontar ao modelo. Adicionei um pouco de modelagem para a cintura, apenas nas costas, para melhorar o aspecto “largueirão” do modelo original, mas se o fizesse novamente acho que pensaria em alterar a frequência e posição dos aumentos para os ombros, para que se assemelhasse mais a uma construção raglan. 

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Gostei de usar o fio Beiroa, cheira e sente-se mesmo que é de ovelha, é confortável, tem uma cor linda, mas admito que pessoas com uma pele mais sensível que a minha não vão gostar. É um fio irregular, tem alguma matéria vegetal depositada, e o lote que eu comprei trazia imensos pelos ásperos fiados junto com a lã (o chamado “kemp” para os conhecedores). Passei todo o tempo a retirar pelinhos enquanto tricotava. Mesmo assim, o fio abre e amacia com as lavagens, por isso não o descartem logo, experimentem, vejam se gostam ou não. 

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O que mais posso eu dizer? Estou super contente com o meu novo casaco!!

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Hi guys

I’ve recently finished my Nanook cardigan and I’m in love:

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This is one of those patterns that has been in the queue forever and it did not disappoint!! When I got the Beiroa yarn, I immediately thought of the Nanook cardigan as the perfect pattern to go with it, the garter fronts would be perfect to blend and harmonize the harsher dark brown stripes and to deal with all the natural variation in the wool. In my opinion the original version of the cardigan, in a solid color is a bit to bland for my taste 😛 Beiroa is a bit thinner than what the pattern is designed for, but a bit of gauge math will solve that.  I might add the single button in the collar to fasten it when I feel like it.

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Even tough it does not seem so, the cardigan has a “round yoke” construction, except that it is all in the back. It increases there a bit too fast, which makes the top back a bit rounder than what it should be. That is the only defect in the pattern that I can see. I added a bit of waist shapping in the back to bring it in a bit, but if I were to do it again I’d probably think of changing the increases in the upper back to resemble more a raglan construction.

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I do like the Beiroa yarn, it is sheepy, has a lovely colour, but I’ll admit, people with more sensitive skin than me will not like it. It is a bit irregular, has some vegetable matter scattered in the middle and my batch of yarn had a ton of kemp. I kept plucking it out as I was knitting. But keep in mind that it will bloom in the wash and soften up, so don’t disregard it too soon.

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What more could I say? I’m thrilled with my new cardigan!!

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Projectos de Fevereiro / February projects

Olá Olá

Confesso-me uma fã devota da série The Great British Sewing Bee  e tenho já uma grande colecção  dos livros da série para o provar. Gosto de todos, têm uns capítulos introdutórios excelentes, com toda a informação necessária para começar a costurar, e os projectos são sem dúvida super usáveis. Eeee mesmo assim de uma forma ou outra acabei por nunca fazer nada deles…  😳

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Decidi que estava na hora de finalmente fazer alguma coisa e escolhi dois projectos do último livro. Comecei pelo breton top.

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É um top simples, com um estilo clássico. Não fiquei muito contente com a forma como me assenta, as dimensões descritas no modelo indicam que tem imensa folga no peito e ombros, e por isso fiz o tamanho abaixo. Mas mesmo assim acho que não é para mim.

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O top incluía uma bainha bastante larga com “racha” , mas isto fazia com que ficasse demasiadamente curto e por isso decidi fazer uma bainha normal, com a agulha dupla. O tecido é um jersey de peso médio da The Sweet Mercerie e mesmo não gostando da forma como me fica as minhas capacidades de alinhar riscas estão no ponto!! 😀

O segundo projecto que escolhi fazer foi o Japanese-style top.

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Este top também tinha muita folga nos ombros e peito e por isso cortei um tamanho abaixo, alargando para o meu tamanho nas ancas. O tecido é um jersey mais leve, também da The Sweet Mercerie, adoro a combinação desta “mélange”  com este género de camisola – uma combinação perfeita. Fiquei super contente com este top, a foto do projecto no livro não me inspirava muito mas acho que saiu muito bem.

E porque não queria deixar de incluir esta camisola no blog, mas também não tinha vontade de fazer um post só para ela, deixo aqui a foto da camisola que tricotei para o T. como presente de São Valentim. Foi um teste ao modelo Ryo da Reiko Kuamura:

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Tricotei-a usando um fio da Tricots Brancal que já comprei há anos (o fio é o Austrália), mas fiquei desapontada com a qualidade. O fio tem muito pouca torção para um fio de lã merino, já tive que desborbotar a camisola, mesmo tendo só algumas utilizações. Também acho que deveria ter feito as mangas um pouco mais longas, o T. tem o (mau) hábito de arregaçar as mangas, o que fez com que os punhos ficassem todos esticados e acho que isso tornou as mangas mais curtas (tenho a ideia que ao esticar as malhas na horizontal isso acaba por fazer com que diminuam no comprimento). Todos os detalhes mais técnicos para tricotar esta camisola estão no Ravelry

Até breve!! 😉

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Hi guys

I’ve allways been a devoted fan of The Great British Sewing Bee and have quite the collection of accompanying books. They’re fantastic, the introductory chapters are clear and provide most of the “beggining to sew” information you’ll need, and the projects are definitively wearable, still somehow I never managed to make anything out of them. 😳

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I finally decided to put the last of the books to good use and sew two of the projects. I started with the breton top.

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It is a simple, classical style top. I’m not in love with the fit, looking at the finished measurements it had a lot of positive ease at the shoulder – bust area, so I cut a size down, but still I don’t think it suits me.

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The top included a wide split hem, yet this made the top too short for me, so I just made the regular twin-needle hem. The fabric is a medium weight jersey from The Sweet Mercerie and even though I don’t like the fit of the top my stripe matching skills are flawless 😀

The second project I decided to try from the book is the Japanese-style top.

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Again this had a bunch of positive ease at the shoulders, so I decided to cut a size smaller at the bust and then widen to my size at the hip. The fabric is a lighter jersey from The Sweet Mercerie, I love the pairing of this “mélange” with this pattern – a match made in heaven. I’m super chuffed with this, the project photo in the book wasn’t a favourite but it did turn out quite cute.

And because I didn’t want to leave it unblogged, here’s a photo of the sweater I knit  for T. for Valentine’s. It was a pattern test for Reiko Kuamura, the pattern is Ryo:

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I knit it using yarn from Brancal I bought years ago (Australia yarn), but I’m a bit disappointed in the quality. I think the twist is a bit too loose for a merino yarn, I already had to de-pill the sweater with only a few uses. I should have made he sleeves a bit longer, T. has the (bad) habit of hiking up his sleeves which stretched out the cuffs and I think that it also made the sleeves shorter (in my mind if you stretch stitches horizontally they’ll loose lenght). More technical knitting details on Ravelry.

See ya 😉

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Ano Novo: camisa nova / A new year: A new shirt

Olá malta!! Como estão?

Passei por cá para vos mostrar a minha camisa nova, a minha primeira peça de vestuário deste ano. As camisas normalmente são projectos longos, mas eu não tive muito tempo para costurar este mês, e por isso levei o mês inteiro a fazê-la. Ainda na senda pelo molde de camisa perfeito decidi experimentar fazer a versão A do molde Cheyenne tunic da Hey June Handmade. A camisa é um estilo simples, sem muitas pinças ou outra forma de a tornar mais moldada.

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O molde inclui todos os detalhes que uma camisa feita à mão costuma ter e que eu adoro, como as costuras francesas, bainha enrolada, banda para botões, gola e colarinho que fecham todas as margens cruas do tecido e tornam o interior da peça tão bonito como o exterior. Desta vez fiz a versão com manga comprida que inclui uma carcela a recobrir a abertura com um estilo mais clássico, o que os anglos-saxónicos chamam estilo “castelo”. Esta foi a primeira vez que experimentei fazer este tipo de carcela e acho mesmo bonito e limpinho, podia ser um pouco mais fina para ter um ar mais elegante, mas estou muito contente mesmo assim. Fiz uma mini-asneira e cortei os punhos no perpendicularmente ao fio do tecido, em vez de cortar no sentido do fio como deveria ter sido feito, mas achei o resultado bastante engraçado.  

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A carcela para os botões na frente é construída de forma um pouco diferente ao método mais comum, esta é dobrada ao longo da costura , em vez de ser dobrada a meio, que é mais usual. Isto significa que ao usar a camisa aberta no topo, o reverso do tecido fica visível na zona da carcela. Não estou de todo a dizer que é um problema, mas é um pouco estranho construir a carcela desta forma agora que começo a ficar mais habituada a fazer camisas. 

O tecido, como tem sido já habitual da minha parte é uma viscose, um dos meus tecidos favoritos. Consegui dois pedaços iguais num dos cestos de retalhos da Feira dos tecidos, o que fez com que esta camisa ficasse super baratuxa de fazer, usei botões do meu stash de botões do ebay, e linha azul clara que tinha há décadas. E agora a parte da camisa que não ficou grande coisa, e é sempre o meu calcanhar de aquiles – as costas: 

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Confesso, nunca consigo solucionar o problema do ajuste do molde nas costas, e desta vez tirei uns 5 cm ao comprimento ao centro das costas para compensar as minhas costas encurvadas, mas mesmo assim ainda tem muito a melhorar. Suponho que não se consiga fazer muito sem uma costura na cinta e outra a meio das costas, talvez se experimentasse costurar um tamanho abaixo nas costas e outro na frente melhorasse, o que acham? Há algum especialista em modelagem e ajuste de moldes por aí? 

Até breve ;D

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Hi guys!! How have you been?

I came by to show you my new shirt, my first garment made this year. Shirts really are long projects, yet I just haven’t had a lot of time to sew this month, so it took the whole month to make. Still on the demand for the perfect shirt pattern I decided to try out view A of the Cheyenne tunic pattern by Hey June Handmade. This is a loose fitting shirt, without much shaping included.

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The pattern includes all the nifty details a handmade shirt often includes, such as french seams, rolled hems, button plackets, collar and stand encasing all the raw edges and making the guts as pretty as the outside. I made the long sleeved version this time, which includes a castle-style sleeve placket. This was the first time I tried this type of placket and I find it quite nifty and neat. I wish it was a bit thinner for a more elegant look, but it does look good. I kind of messed up and cut the sleeve cuffs on the cross grain and was to lazy to cut them again, yet I do like the look.

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The button placket is constructed differently to the most common methods, this one you fold along the seamed edge to the fronts of the shirt, instead of folding in half which is more usual. This means that if you wear your shirt open at the top the inside of the fabric will show, it’s not a big issue, but I did find it a bit strange when I was constructing it.

The fabric I used is, as allways, a viscose, one of my favourite fabrics. I got two equal pieces out of the remnant bin at the local Feira dos tecidos, which made this a very thrifty make, with buttons from my ebay stash and thread I had laying around for ages. And now for the not so pretty part and allways my achilles heel – the back:

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Yup I can’t ever nail the fit of the back, I did take about 5cm out of the center back lenght to compensate for my sway back, but it still has a lot to improve. I guess that there’s not much you can do without a waist seam and a center back seam. Maybe if I try a smaller size at the back than the front it would improve the fit, what do you think? Any fitting experts out there?

See ya ;D

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Pentear a lã / Combing wool

No ano passado um colega Açoreano do T. deu-lhe um pedaço de um velo de uma das suas ovelhas Não faço ideia que tipo de ovelha será, mas olhando para a lã produzida pelas várias raças de ovelha portuguesas, penso que é uma Churra, ou um cruzamento com Churra. Tem dois tipos de pêlos – os pêlos mais longos e ásperos e a lã preta mais fofinha. 

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Lavei-a em casa, usando sacos de rede para evitar ter que mexer muito nela. O método que usei é a normal combinação de água bem quente com detergente da louça, que se encontra um pouco por todo o lado na internet. Depois de seca, e de ter pensado um pouquinho como iria continuar o processamento, decidi que iria penteá-la. Os pêlos mais louros são muito ásperos e achei que o fio ficaria mais macio e com uma cor mais bonita sem eles, por isso decidi removê-los e não os incluir no fio. Separei esses pêlos primeiro à mão, e depois coloquei as mechas de lã nos pentes, removendo pêlos claros e ásperos que não saíram à primeira sempre que possível. 

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As primeiras passagens nos pentes foram bastante difíceis e desagradáveis, a electricidade estática acumula rapidamente na lã ao passar com os pentes de metal. Uma solução fácil e rápida é adicionar alguma humidade para ajudar a pentear – o livro “The spinners book of fleece” recomenda várias receitas para preparações para pentear, decidi usar a seguinte:

  • 1 parte álcool para desinfecção (96%)
  • 2 partes óleo milagroso para cabelo (com óleo de argão) – em substituição do azeite que recomendavam, porque cheira melhor 😉
  • 7 partes água

É muito fácil de aplicar – basta usar uma garrafinha para borrifar a lã, eu aplico na lã após prender as mechas nos pentes (evitando aplicar directamente nos dentes, porque a acumulação de óleo no metal não é o melhor para a durabilidade). 

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Depois é só pentear, e depois de algumas passagens e puxar a lã para a retirar dos pentes, o resultado é uma tira de “top” que está já pronta a fiar. A penteação produz muito desperdício – mas este desperdício é todo imperfeições que tornam o fio de pior qualidade – borbotos, matéria vegetal. Não me lembrei de pesar a lã que tinha antes de começar a lavar e pentear, mas terminei com 190g de um fio de espessura média-grossa (worsted) constituído por 3 cabos, devo ter tido pelo menos a mesma quantidade em desperdício. Fiei-o no estilo worsted na velocidade 8.5:1 (ratio), o resultado é um fio com um ar bastante mesclado, e parece bem resistente, no entanto, como mesmo retirando o mais possível, ainda tem bastantes pelos ásperos, o que faz com que o fio não seja macio. Porque quero fazer alguma coisa para agradecer a lã ao colega do T. acho que este fio vai ser ideal para fazer umas pantufas de andar por casa. Quando conseguir tricotá-las mostro os resultados. 

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Até breve ;D

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Last year a co-worker from T. gifted him a portion of fleece from their sheep, he’s from Azores. I have no idea of what kind of sheep it is, by looking at the type of wool Portuguese sheep breed produce I’d guess it’s some kind of Churra, or some kind of Churra half-breed. It has two types of hair – the longer, coarser and blonder hair, and the fluffier black wool.

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I washed it inside the house, using lingerie mesh bags to avoid moving it around a lot. The method I use is the common hot water – dish detergent combination spread around everywhere. After drying and having a good look and thought at the wool I decided I wanted to comb it. The blonder hairs were really coarse and I wanted to remove most of it. I separated the majority of the hair by hand, and then lashed out my locks on the mini-combs removing the coarser hairs whenever I could.

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Because my first attempts at combing with this fleece were quickly becoming unpleasant due to the static electricity build up, I decided to use some moisture to help with the combing. The book The spinners book of fleece recommends a few recipes for “combing milk” (combing solutions), I used the following:

  • 1 part rubbing alcohol
  • 2 parts hair oil product (with argan oil) – in substitution to the olive oil, because it smells better
  • 7 parts water

It’s really easy to apply – just use a mist bottle and spray the wool locks on the combs (avoid getting too much on the teeth, because oil build up is not good for their durability).

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Then just comb away, and pull of your combed wool from the combs into a lovely combed wool strip that’s ready to spin. Combing does produce a lot of waste, yet this waste it’s almost only nepps and vegetable matter, which would reduce the quality of your yarn if it got in it. I did not have the presence of mind to weigh my fleece before washing, but in the end I got only 190g of a worsted weight 3-ply yarn. I think I might at least have lost the same amount in waste. I spun the wool worsted style, on my 8.5:1 ratio whorl, the result is a durable, yet quite coarse yarn. There’s still a lot of hair on it. Because I wanted to gift something back to the co-worker from T. that provided the wool, I think this yarn will be ideal for house slippers. I’ll share the results when I’m able to knit them.

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See ya ;D

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2016: Um ano em revista /2016: A year in review

Olá olá!!

Tenho estado por aqui a ponderar se deva ou não escrever um post de Ano Novo, mas realmente gosto de ler este género de posts e ajuda-me imenso rever o que fiz durante o ano que encerra. Gosto muito de contabilizar os projectos feitos, materiais gastos e que restam acumulados, isso ajuda-me planear o próximo ano e, saber a quantidade de materiais que gasto durante o ano ajuda-me a controlar os gastos.

Não faço ideia onde foi parar 2016, passou a correr, mas a minha tentativa de escrever regularmente por aqui realmente ajudou-me a manter-me em cima do que fui fazendo. Fica aqui a contabilidade de projectos feitos regulares durante o ano, materiais gastos e restantes, e os meus projectos favoritos no ano:

Tricot:

Durante  este ano consegui terminar 21 projetos em tricot: 4 peças de roupa de tamanho adulto, 3 casacos para criança, 6 pares de meias, 4 gorros, um xaile, uma gola e dois outros projetos mais pequenos, totalizando 9814 metros gastos. Comecei o ano com 60.2km de fio, se não contabilizar fio fiado por mim ou oferecido comprei 9717 metros de fio, por isso pelo menos consegui comprar menos do que gastei. Agora tenho 69.3km no total (já com fios feitos por mim, fios que me ofereceram ou que ganhei), o que significa que tenho mesmo que dar às agulhas se quero manter a colecção de fios controlada. A este ritmo só chego a meio daqui a 3 ou 4 anos, isto se não comprar mais fio nenhum ou fiar, o que não é uma opção 😉 Este ano consegui finalmente reduzir os meus projectos em curso a só dois!! Estou tão contente, tenho que manter a comecite na linha para me aguentar desta forma, apenas com um projecto grande ou que exija concentração e um mais pequeno para levar comigo sempre que necessário.

A estrela dos meus projetos de tricot este ano vai para o meu casaco Acer feito com fio fiado por mim. Continuo completamente apaixonada pela forma como veste, a beleza do tecido, quão quente é…

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O plano para 2017 é finalmente atacar os projetos que já estão planeados há tempo demais, alguns dos projectos dessa lista estão desesperadamente a fazer-me falta.

Fiação

Este ano completei o meu segundo fia-versário!! Sobre o qual me esqueci completamente de falar… Hem… Hem… Em 2016 fiei 1.85kg de fibra, completando mais que 5km de fio fiado. Fiei lã de 9 raças de ovelha diferentes (BFL, Bordaleira,  Churra, Corriedale, Falkland, Gotland, Jacob, Merino e Romney) e experimentei pela primeira vez fiar linho e fibra de Rami em misturas com lã.

Este ano terminei dois projectos a partir de lã que processei eu mesma a partir do velo das ovelhas (1, o segundo partilharei em breve). Confesso que na realidade acho que dá trabalho demais para o benefício, não é dos meus projectos de fiação favoritos, em cada passagem com as cardas ou com os pentes rezo para que a indústria em volta da fiação manual se desenvolva mais em Portugal, e que surjam negócios que façam o processamento de pequenas quantidades de lã por nós. Enfim, até lá não há outra forma de experimentar a lã das várias raças de ovelha Portuguesas a não ser tratando-a, por isso aprender a lavar e preparar lã para fiar é uma necessidade.

A minha colecção de fibra para fiar cresceu dos 4.2kg no início do ano para 4.6kg, mas deve-se a compras recentes em preparação para um projecto grande de fiação para este ano. Em 2017 quero  fiar mais para projectos grandes, e quero aventurar-me a fiar fios mais grossos de forma consistente. Vou começar por fiar fio para um casaco de espessura aran a bulky, o que implica fiar com muita atenção, sincronizando passadas e drafting a um ritmo consistente.

E o projecto de fiação estrela deste ano é, sem surpresas, o fio para o casaco fiado em lã Romney Marsh.

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Não é de admirar que o fio que resultou no meu projecto de tricot favorito este ano, seja o meu projecto de fiação favorito. Este foi o meu segundo projecto de fiação usando o método long-draw quer no fuso, quer na roda (obviamente testei primeiro alguns projectos mais pequenos). Este método de fiar tornou-se rapidamente um dos meus favoritos, é divertido e super rápido, mas preciso aprender a controlá-lo melhor. De qualquer forma acho que não me saí muito mal, tendo tão pouca experiência…

Costura:

Fartei-me de costurar este ano, e cada vez gosto mais de costurar. Fiz 18 novas peças de roupa e quase que consigo vestir-me da cabeça aos pés com peças feitas por mim. Apenas me falta experimentar fazer lingerie e casacos para conseguir vestir totalmente feito por mim. Não tenho o objectivo de ter só peças feitas por mim no guarda-roupa, mas quero conseguir, sempre que precisar, fazer peças de vestuário com um estilo que adoro, e a servir o melhor possível.

A minha colecção de tecidos cresceu exponencialmente desde que comecei a costurar mais frequentemente, e quero controlar melhor as compras este ano e ir só comprando à medida do que vou conseguindo gastar. Não estou certa quanto tecido teria no início do ano, mas gastei 27m de tecido este ano e tenho agora 38m de tecido por casa (sem ter em conta restos de tecido). Acho que em 2017 vou tentar comprar tecido para apenas um ou dois projectos por mês, para evitar que a colecção cresça sem controle nenhum.

Estive a pensar seriamente qual seria o meu projecto de costura favorito e não me consigo decidir. Acho que continuo maravilhado com o facto de conseguir costurar peças usáveis e qualquer projecto que sirva mais ou menos decentemente rapidamente se torna no próximo favorito. Se tiver mesmo que decidir acho que vou escolher as minhas camisas e blusas – adoro as costuras totalmente (ou quase) embutidas, e é um estilo que irei sempre gostar de usar.

Apenas não incluí aqui a minha blusa pussy bow porque passei as passinhas do inferno com o tecido, fora isso, acho o look adorável. Mesmo assim não a uso muitas vezes, não gosto muito do formato recto da bainha, e não gosto de ver sobre calças, só a posso usar metida por dentro de calças ou saias e não tenho muitas peças de baixo que fiquem bem assim. .

Para 2017 tenho um rol de projectos planeados, não sei quais irei conseguir fazer este ano, mas tenho 22 projectos planeados – 4 vestidos, 5 blusas, 3 tops em jersey, 5 tops de manga curta, um par de calças de ganga, um par de leggings, uma saia, um soutien e um macacão. Já cortei o tecido e comecei a construção numa das blusas, a versão A da Cheyenne tunic, mas não faço ideia o que se seguirá…

Phewww, isto realmente foi muita coisa! Quais foram os vossos projectos favoritos de 2016? Quais são os vossos planos para 2017?

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Hi guys!

I’ve been waffling about whether I should write a New Year’s post or not, but I really love looking back over the past year and reflecting on the things I’ve accomplished in my crafting. I like thinking about the year, it helps me to tally what I spent and what keeps laying about the house in crafting materials, and helps me to plan for the coming year.

I have absolutely no idea where 2016 went, it was a complete blur, yet blogging has really been helping me to keep on track of my projects. Here is my tally of projects made, crafting materials spent and remaining, and my favourites for this year:

Knitting:

During this year I was able to complete 21 projects: 4 adult garments, 3 child cardigans, 6 pairs of socks, 4 hats, a shawl, a cowl and two other oddments. This meant that a total of 9814 meters of yarn were out of the stash. I begun the year with 60.2km of yarn, if I don’t account the yarn I spun into my stash or that I was offered, I acquired 9717 meters this year. I now have 69.3km in stash (total – handspun, gifts, and purchases), which means that I really need to up my knitting game and get to those eternally queued projects if I want to get the stash in control. By this rate I’ll only get to half of my stash in 3 or 4 years, this if I don’t spin or ever purchase yarn again, which isn’t an option 😉 This year I was finally able to decrease my wips to only two, and I want to keep this way, a larger sized project for longer periods of knitting time, and a smaller on-the-go project.

My knitting star this year goes to my first handspun cardigan. I’m still besotted with the fit. the beauty of the fabric, the warmth…
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The plan for 2017 is to get the long-time queued projects on the needles, some of those are desperately needed on my wardrobe.

Spinning:

This year I completed two years spinning!! Which I totally forgot to blog about… Ahem.. So in 2016 I spun 1.85kg of spinning fiber, totalling more than 5km of yarn. I spun yarn from 9 different breeds of sheep (BFL, Bordaleira,  Churra, Corriedale, Falkland, Gotland, Jacob, Merino and Romney) and tried for the first time to spin blends with flax and ramie.

This year I also completed two spins out of fiber I prepared myself from sheep fleece. I’ll grant it’s not a favorite of mine, in each stroke of the hand cards or the combs I wished that small batch wool processors were available in Portugal, where I could send these fleeces and get them washed and carded and ready to spin. Anyhow there’s no other way I could ever try spinning Portuguese wool, so venturing into wool processing is a must for spinners here.

My stash went from 4.2kg to 4.6kg, yet this is due to buying in larger quantities of wool prepping for my projects this year. During 2017 I’d like to spin more for larger projects, and to venture more into spinning heavier weight yarns while keeping a constant thickness. I’ll start by spinning a sweater quantity of aran to bulky weight yarn, but for this I’ll need to spin very carefully to keep treadles and drafting at a constant pace, and I’ll need to find a few spare bobbins so I can store my singles and then alternate them while plying to get the thickness as constant as possible.

The spinning star this year, unsuprisingly goes to my Romney Marsh sweater quantity.

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It’s no surprise that the yarn that created my favourite kntting project this year is my favorite spin for the year. This was my second long-draw project on the spindle and on the wheel (of course I first needed to try it out on some smaller projects) and it became a fast favorite type of draft. I do need to learn to control it better, but it is without any doubt really fun. I don’t think I did too bad with so little experience in spinning woolen…

Sewing:

I really sewed a lot this year, and I love it more and more. I sewed 18 new pieces of clothing, and I can now dress almost entirely handmade. I still need to venture into lingerie making in order to dress as handmade as possible. I don’t have the goal of having a totally handmade wardrobe, but I do want to have a few garments with a style I love and fitting as well as possible.

My fabric stash has grown exponentially since I started sewing more and I should really try to reign in, and purchase only as much as I’m using. I’m not sure how much I had at the beggining of the year, but I spent 27m and now have 36m of fabric in stash (without considering any usable leftover), in the future I’ll try to buy fabric for only one-two project per month so I can keep myself in check.

I thought long and hard on what is my favorite sewing projects and I just can’t decide. I guess I’m still in awe I can sew usable garments that any mid to well-fitting new garment becomes a fast favorite. If pressed, I’ll choose my shirts – I just love the completely (or almost completely) encased seams and it’s a style I’ll allways be happy to wear.

I didn’t include here my pussy bow blouse because I had hell sewing with the fabric, otherwise I think the style is lovely. I don’t use it very often because I don’t like the shape of the hem over trousers, I can only wear it tucked in and I don’t have many garments where I can do that.

For 2017 I have a slew of garments planned, I’m not sure which I’ll be able to tackle this year but I got 22 projects planned – 4 dresses, 5 shirts or long sleeve blouses, 3 jersey tops, 5 short-sleeved tops, a pair of jeans, a pair of leggings, a skirt, a bra, and a romper. I already cut and started construction on one of the shirts, the view A of the Cheyenne tunic, but I’m not sure what I’ll tackle after this, we’ll just wait and see.

Phewww that was a lot of making! What were your favourite makes in 2016? What are your plans for 2017?

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COSTURA: Novas peças para o vestuário de Inverno / New in my winter handmade wardrobe

Olá olá malta!!! Como estão?

Não podia deixar de passar aqui para mostrar as pecinhas que tenho feito recentemente para o Inverno. Duas delas foram feitas de moldes que já tinha experimentado anteriormente, e usei pela primeira vez o molde Cheyenne da Hey June Patterns.

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Esta blusa é a minha segunda versão da Susie blouse, desta vez fiz a versão com mangas 3/4. Para esta versão reduzi o tamanho na região dos ombros para o tamanho abaixo, mas neste tecido fico um pouco constrangida de movimentos. Se fosse um tecido com mais elasticidade acho que este tamanho seria o ideal, neste preciso um pouco mais de folga. Live and learn. Voltei a tentar  fazer uma bainha com aberturas laterais, desta vez um pouco mais pronunciadas. Tinha planeado fazer as costas mais longas que a frente, mas esqueci-me desse plano quando estava a cortar o tecido, por isso a diferença é bem menor que o que eu gostaria.

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O tecido é poliéster de uma loja de tecidos que descobri bem perto de mim (infelizmente não me lembro do nome). Usei 1.5 m de tecido com padrão para o corpo e mangas e 0.5m  de tecido liso para a gola.

O meu segundo top é novamente um Agnes na versão B, com mangas franzidas.31024930520_379238d54731357750566_5957f6d2ae

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais uma vez fi-lo em grande parte na corta e cose, e estes tops fazem-se num instante, adoro!!! O tecido é uma malha jersey da The Sweet Mercerie, e fi-lo em 1.5m de tecido.

E fiz ainda a blusa Cheyenne, na versão B, no comprimento de túnica.

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Adorei o resultado, e como tem sido costume de cada vez que experimento pela primeira vez um molde, fica aqui a minha crítica:

Instruções – são bastante longas e um nada complicadas mas é compreensível – vão surgindo secções separadas para cada uma das duas versões e para os dois tipos de manga, o que faz andar a saltitar no livreto de instruções. A camisa é toda construída com costuras francesas que dá um acabamento lindo ao interior da peça, mesmo nas cavas são usadas as costuras francesas, coisa que nunca tinha experimentado fazer nesta zona, e gostei muito de aprender a fazê-las nesta zona. O remate do decote é bastante complicado, não consegui que ficasse perfeitinho do interior, mas do exterior passa perfeitamente, mas acho que o design faz a barra ser demasiadamente comprida. Para uma próxima versão vou encurtar 5-10cm.   

Medidas, ajustes e alterações – Fiz o tamanho abaixo do recomendado para as minhas medidas. Esta camisa tem uma folga imensa, e por isso mesmo usando o tamanho abaixo tenho mais que espaço suficiente para me mexer.  Fora isso não fiz nenhum ajuste ao molde, mas acho que tenho comprimento a mais nas costas. Para a próxima versão vou experimentar a alteração para “sway back” para evitar ficar com aquele tecido de folga todo no fundo das costas.

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Tecido – 1.5m de viscose da Feira dos Tecidos, é sempre uma boa opção para tecidos fluidos.

Dificuldade – aconselharia apenas a costureiras aventureiras e já com alguma experiência em fazer peças de roupa. É necessário pelo menos experiência em fazer pespontos, e em manusear bem tecido em zonas pequenas para conseguir uma boa inserção do colarinho. 

Até breve 😉

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Hi guys! How’ve you been?

I had to come by and share the recent additions to my handmade Winter wardrobe. Two of these were made from patterns I had previously used,and I finally tested out the Cheyenne tunic from Hey June Patterns.

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This is my second take on the Susie blouse, this time with 3/4 sleeves. Because my first attempt at this pattern felt a bit too loose on the upper region, for this one I went down a size at the shoulders, yet in this fabric it constricts my movements a bit. For a fabric with a wee bit more stretch it would have been perfect, for this fabric I should have went with the size I made previously. Live and learn. Again I tried to make a hi-low split hem, yet I forgot this genious plan when cutting and cut the fronts and back the same lenght 😳 duh!! They don’t have the effect I wanted…

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The fabric is some kind of polyester from a shop I discovered closer to home (yet unfortunately I can’t recall the name). I used 1.5 m patterned fabric for body and sleeves and 0.5m solid poly fabric for the collar.

The second addition to the wardrobe is again a Agnes top, this time in version B, with ruched sleeves.

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I made it almost entirely in the serger, which made it super fast, I’m a big big fan of the serger now!! The fabric is a jersey knit from  The Sweet Mercerie, I eeked it out of 1.5m fabric.

I finally tried the Cheyenne pattern, I made version B in the tunic lenght with 3/4 sleeves.

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I love the result, and as customary each time I try out a new pattern, here’s my review:

Pattern instructions – pretty long and really involved, though understandably – separate sections appear in the pattern for each of the collar and sleeve options, which make you jump from section to section to find the bit of instruction you should be following. The shirt is made entirely with french seams, which makes the guts of the shirt lovely and clean. Even the armscye seams are made with french seams, I had never made a french seam there and I loved learning how to do them there. This version’s neckline is quite tricky to make, I wasn’t able to make it perfect on the inside, yet it’s totally passable from the outside. The placket design is a tad too long for my taste, on a next version I’ll shorten the placket maybe 5-10cm.

Fitting and alterations – I made a size smaller than recommended to my measurements, this shirt has an imense ease, plenty of room to move, even with a size smaller. I didn’t make any further adjustments but I’ll make a sway back alteration for the next version, I don’t like to see the fabric excess at the bottom of my back.

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Fabric – 1.5m viscose/rayon challis from local fabric shop (Feira dos Tecidos), I think viscose is allways a great option for drapey garments.

Dificulty – I’d advise this pattern only for the more experienced or the more adventurous. Some expertise in making garments is definitively a must, at least some training in topstitching and fabric handling to get a smooth insertion around the neckband and placket.

See ya 😉

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