#MeMadeMay: o final e um bónus / #MeMadeMay: the end and a bonus

Olá!! Olá!! Maio foi-se, e consegui cumprir com o desafio até ao fim!! Aqui fica o que usei nos últimos dias do mês:

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dia 29 – Pussy bow blouse

dia 30 – Cheyenne shirt

dia 31 – Vintage shirt dress

Fora num único dia, usei pelo menos uma peça feita por mim e estou muito contente com isso. Este mês é óptimo para ver o que funciona e o que não funciona no guarda-roupa, que peças preciso fazer mais, e quais já não se adequam.  O que consegui perceber nestes dias é que tenho poucas partes de baixo, e poucos vestidos. Como não tenho falta de jeans no meu guarda roupa, não é isso que irei fazer, mas quero fazer mais saias e vestidos. Este mês foi mais quente que o normal consegui aperceber-me que também não tenho muita roupa apropriada para o verão, e será nisso que irei apostar para os próximos projectos.  

Esta semana consegui comecei a trabalhar nesse objectivo e fiz um teste ao molde Rosa Shirt da Tilly and the Buttons que já estava nos planos há algum tempo:

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Acho que pode dizer-se que estou à procura do molde de camisa perfeito, e este está bastante próximo do ajuste perfeito para mim. Para este primeiro teste usei um retalho da Feira dos tecidos, algum tipo de tecido de camiseiro com um pouco de elasticidade. Nesta primeira versão apostei logo em fazer algumas modificações ao molde: baixei a altura onde precisaria mais volume, fiz um FBA de cerca de 1.5cm, e fiz um ajuste para “sway back” de 2.5cm. Estou muito contente com o resultado, há algumas rugas nas  costas, e alguma folga acima do peito, mas consigo viver bem com estas pequenas falhas. Outra falha é que a cinta da camisa não se encontra no local certo, mas é uma alteração bastante fácil que irei fazer da próxima vez que costurar este molde.

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Esta camisa tem um detalhe muito bonito que aqui mal se vê, o yoke termina em bico, e fica mesmo muito giro, mas nada fácil de fazer. As costuras são feitas com “flat felled seams” falsas, e usei costuras francesas na inserção das mangas e costuras laterais para ficar com um aspecto limpinho por dentro. Fiz manga curta para ficar mais apropriada para o verão, e criei uns “punhos” simples, apenas para terminar a manga de forma bonita.

 Até breve

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Hi guys!!

May is gone and I’m really happy to announce I was able to keep up with the #MeMadeMay challenge right until the end! Here’s what I wore in the last days of the month:

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day 29 – Pussy bow blouse

day 30 – Cheyenne shirt

day 31 – Vintage shirt dress

Apart from a single day, I wore at least a piece of clothing made by me every single day, and I’m really chuffed about it. This challenge is great to evaluate your handmade wardrobe and find out what works and what doesn’t and which kind of garments do I need more off. This month I realized I have very few handmade bottoms and dresses. As I have plenty of RTW jeans already, I’m not going to make any of those but I am planning on sewing more skirts and dresses. This month was quite warmer than in previous months so I was able to realize I don’t own many summer appropriate handmade garments, and I’ll try to make some for my next projects.

This weekend I was able to start working on that objective, so I decided to try out the Rosa Shirt from Tilly and the Buttons, that was under my eye for quite a while:

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I guess you can say I’m looking for the perfect button-up pattern and this came quite close to that. For this first test I used a remnant from the local fabric shop (Feira dos tecidos), I think it’s some kind of shirting with some stretch in it. For this first version I did make some changes to the pattern already, I lowered the fullest part to where it should be and I made a FBA of 1,5cm and a sway back adjustment of an inch. I’m pretty chuffed with the result, granted there are still some bad fit wrinkles on the back, and some extra ease at the shoulders but I can live with it. Another small problem is that the waist isn’t were it should be, but that’s an easy enough change to make next time.

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I love the yoke triangular shape, it is a really nice touch, even though it is quite hard to do. The princess seams are finished with mock flat felled seams and for the sleeve insertion and side seams I used french seams so the shirt would look clean on the inside. I made short sleeves to make it Summer appropriate (and because that’s what I could do with a meter of fabric) and drafted a cuff so the raw edges would be all caught and pretty on the inside.

See you soon

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#MeMadeMay semana 4 / #MeMadeMay week 4

Olá!!

Esta semana cumpri com o desafio do #MeMadeMay, mas fui muito preguiçosa para tirar fotos. Na maioria dos dias repeti peças, achei que já não teria muito interesse documentar 😉

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Dia 22 – Ginger jeans

Dia 23 – Ginger jeans

Dia 24 – e Ginger jeans outra vez 

Dia 25 – SOI Wrap dress

Dia 26 – Misaka top

Dia 27 –  Datura blouse

Dia 28 – novo top

A quarta peça feita para o desafio de aumentar o guarda roupa é mais uma Silk cami da Sew over it:

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Se quiserem ver a minha primeira está aqui. Em relação a esta primeira encurtei as alças cerca de 2.5cm pois estavam muito longas, mas mesmo assim ainda não tem o “fit” ideal. Tenho que procurar uma outra forma de a ajustar, talvez partir do tamanho abaixo (12) e aumentar o tamanho na zona do peito com um FBA. 

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O tecido é um retalhinho desconhecido da feira dos tecidos, acho que um crepe de poliéster pelo toque. O padrão com gansos canadianos em migração deu o nome ao top: Geese cami. Esta é mais uma ideia do que podem fazer com pouco mais de um metro de tecido.

 

E é tudo, Maio está a acabar, e eu confesso que não já nem sei que vestir. Estou contente de ter cumprido o objectivo de quatro novas peças de vestuário e ter conseguido usar algo feito por mim todos os dias (excepto um). Continuem a seguir-me no Instagram para verem o que desencanto para usar nestes últimos dias, sem me repetir em demasia.

Só tenho mais uma notinha, em Julho começa o Tour de Fleece, um desafio para fiar todos os dias (ou apenas quando puderem) entre os dias 1 e 23 de Julho, em sincronia com o Tour de France. É ciclistas e fiandeiras a pedalar ao mesmo tempo 😉 Este ano eu e a Rosário lançamos o repto de criar uma equipa Portuguesa, e aproveitamos para criar um sítio para falar de fiação em Português. O grupo está aqui, juntem-se são todos bem vindos. 

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Hi guys!!

I have very few photos to share with you from this week’s #MeMadeMay outfits, I wore handmade everyday but didn’t have the patience to take pictures. Anyhow I wore repeat outfits for most of the week, it wouldn’t have any interest  😉

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Day 22 – Ginger jeans

Day 23 – Ginger jeans

Day 24 – Ginger jeans again…

Day 25 – SOI Wrap dress

Day 26 – Misaka top

Day 27 –  Datura blouse

Day 28 – new top

My fourth new make this week is another Silk cami by Sew over it:

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Here’s the first one I made. On this one I shortened the shoulder straps by an inch, they were a bit long in my first one, but alas, it is not yet the ideal fit. I might try a different approach to adjust it, maybe start from a smaller size (12) and make a FBA.

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The fabric is an unknown remnant from the local fabric shop (feira dos tecidos) maybe poly crepe. The lovely pattern, with Canadian geese flocks gave it its name: Geese cami. This pattern is another project idea you can use to eek out from a meter of fabric.

And that’s all for this week, May is at its end, and with it the #MeMadeMay2017 challenge. I confess I’m happy it’s coming to an end, I’m rather tired of thinking carefully on what I can wear that is me made, I do have plenty of options. I’m specially happy for having completed four garments this month, it’s lovely to see the older fabrics in the stash finally getting worn. Keep following me on Instagram  to see my handmades for the last days of the month, I still need to rack my brain for a few days more to find out what too wear without repeating myself too much.

See ya 😉

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#MeMadeMay semana 3 / #MeMadeMay week 3

Olá olá!!

Aqui ficam os meus “outfits” feitos por mim que usei esta semana para o desafio #MeMadeMay. Se quiserem perceber do que estou a falar vejam este post.

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Dia 15 – Breton top 

Dia 16 – McCalls m6649 shirt

Dia 17 – Susie blouse

Dia 18 – Hollyburn skirt

Dia 19 – Miette cardigan

Dia 20 –  Datura blouse

Dia 21 – Heather dress

A minha terceira peça feita para o desafio de aumentar o guarda roupa é o meu  Heather dress da Sew over it:

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Este vestido foi feito com um tecido que me ofereceram no Natal, achei que ficaria muito bem nos painéis laterais e mangas deste vestido e comprei um metro de tecido ponte roma violeta na Minerva crafts para o painel central, o que confere alguma estrutura ao vestido.

Acho o design muito giro e prático, o que será melhor que um vestido com bolsos, mas confesso que não gosto de me ver nele.

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Fiz o tamanho que costumo usar nos moldes da Sew over it (14 no peito e cinta e o 12 no resto) mas parece-me um pouco grande demais, este molde deve ter sido desenhado com mais folga que os outros que usei da mesma marca, e como consequência tenho vários problemas de ajuste ao corpo, que talvez fiquem resolvidos se usar um tamanho menor. Apenas para referência futura, neste molde preciso estreitar os ombros, trazer a costura dos ombros cerca de 5cm para a frente, fazer o ajuste para costas curvadas e retirar largura em todo o corpo. Para me ajudar a fazer o molde na corta e cose reduzi as margens de costura para 1cm, mas neste caso, as instruções aconselham a usar a máquina de costura e depois retirar o excesso de margem e rematar as margens na corta e cose. Como foi o que acabei por fazer ajustar as margens no molde foi desnecessário.

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E é tudo, voltarei na próxima semana. Já sabem se quiserem manter-se a par das peças do meu vestuário feito à mão que vou usando durante este mês, acompanhem a minha conta no Instagram.

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Hi guys!!

Here are these week’s me-made outfits for #MeMadeMay. If you don’t know what I’m talking about refer to this post.

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Day 15 – Breton top 

Day 16 – McCalls m6649 shirt

Day 17 – Susie blouse

Day 18 – Hollyburn skirt

Day 19 – Miette cardigan

Day 20 –  Datura blouse

Day 21 – Heather dress

My third make this month, entering in the challenge of adding a new handmade piece each week is my Heather dress from Sew over it:

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This dress was made using a jersey fabric I got for Christmas, I thought it would look lovely in the side pannels and sleeves of this dress, and I got a meter of purple ponte roma in Minerva crafts for the center pannel to add some structure to the dress.

The dress design is quite cute and comfy, what could be better than a dress with pockets, but I confess, I do not like to see myself in it.

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I sewed my regular Sew over it size, a 14 bust and waist and 12 everywhere else, but it looks way too big for me. This pattern was probably made with a bit more ease than the other patterns from the same brand, and therefore I have plenty of fit issues, that might be solved if I used a smaller size. For future reference I need a small shoulder adjustment, to bring the shoulder seam about 5cm to the front, to make a sway back adjustment and reduce width all over. To help me use the serger I shortened the seam allowances to 1cm, but the instructions recommend sewing on a regular sewing machine and then trim the seams on the serger, which I did, so altering the seam allowances was a waste of time.

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That’s it for this week, I’ll see you next week. If you’d like to see the handmades I’m wearing each day head over to my Instagram

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#MeMadeMay semana 2 / #MeMadeMay week 2

Olá malta!!

E continuamos em  Maio, cá fica o que usei esta semana:

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Dia 8 – Dahlia dress

Dia 9 – Agnes top  e Damson shawlette

Dia 10 – Bruyére shirt

Dia 11 – Japanese style top

Dia 12 – Ultimate trousers

Dia 13 –  Ultimate wrap dress

Dia 14 – Chemisette from marie claire idées

 

E a segunda peça feita para o desafio de aumentar o guarda roupa é o meu Ultimate wrap dress da Sew over it:

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Usei um tecido baby rib da The sweet mercerie, com um padrão geométrico, que como já devem ter reparado, é um dos meus favoritos. Quando escolhi o tecido fiquei um pouco assustada com o “rib” (canelado), mas depois de o apoio fantástico da loja online me explicar que é idêntico ao tecido dos bodys de bébés achei que ficaria óptimo e não me enganei.

Gostei muito do resultado de costurar o molde, fiz o tamanho 14 no peito e cinta e o 12 nos ombros, mangas e anca. Se fizesse de novo aumentaria o comprimento da saia, na realidade fiquei um pouco desapontada por o comprimento de origem não ficar tal como o desenho da direita da capa do molde, pelo joelho. Fora isso faria apenas alguns ajustes para que me assente melhor. Não dá para ver na foto neste tecido, mas as minhas costas curvadas fazem com que fique com uma folga nas costas, e o ajuste é relativamente simples. 

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E é tudo, voltarei na próxima semana. De novo, se quiserem manter-se a par das peças do meu vestuário feito à mão que vou usando durante este mês, acompanhem a minha conta no Instagram.

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Hi guys!!

It’s still  May, here’s what I’ve worn this week:

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Day 8 – Dahlia dress

Day 9 – Agnes top  and Damson shawlette

Day 10 – Bruyére shirt

Day 11 – Japanese style top

Day 12 – Ultimate trousers

Day 13 –  Ultimate wrap dress

Day 14 – Chemisette from marie claire idées

My second make this month, entering in the challenge of adding a new handmade piece each week is my Ultimate wrap dress from Sew over it:

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The fabric I used is a baby rib from The sweet mercerie, with a lovely geometric pattern, that you probably have realized is one of my favourite by now… When I chose the fabric I was a bit scared by the word “rib”, yet the fantastic team at the online store explained it was more like the rib in a babygrow than the rib in a sweater. I’m really happy with my fabric choice, it’s perfect for this dress.

I really like the fit out of the packet, I sewed a size 14 at bust and waist and 12 everywhere else. If I were to do it again I’d lenghten the skirt, I was quite disappointed that there was no way I could achieve the lenght in the drawing at the right in the pattern. Other than that I would just make some small fit adjustments. You can’t really tell in the photo but the fabric pools at the small of my back, so I’ll need a sway back adjustment.

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That’s it for this week, I’ll see you next week. Again, if you’d like to see the handmades I’m wearing each day head over to my Instagram.

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#mmmay17 – semana 1 / #mmmay17 week 1

Olá malta!!

Já olharam para os vossos calendários? Sabem em que mês estamos? É Maio, o que significa que o #memademay voltou em força, e claro que não poderia deixar de participar!!

“E o que é o Me Made May?” – perguntam vocês. O Me Made May é um desafio, criado em 2010 pela blogger So Zo para as costureiras (e não só) usarem as suas peças feitas à mão durante o mês de Maio. Claro que o desafio é pessoal, e cada um segue o critério que lhe apetecer. Eu vou fazer um desafio relativamente leve, que é usar uma peça feita por mim todos os dias, de preferência tirar uma foto e partilhar no Instagram como prova, e criar mais algumas peças para aumentar o guarda-roupa para o próximo desafio.

Esta semana, confesso, falhei um dia no desafio da documentação, e falhei totalmente em usar peças feitas por mim num dia:

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Dia 1 – agnes top

Dia 2 – cheyenne tunic

Dia 3 – seiklus shawlette

Dia 4 – silk cami

Dia 5 – juneberry triangle (sem foto)

Dia 6 –  falhei

Dia 7 – biscayne blouse

 

E para já cumpri com o desafio de aumentar o guarda roupa:

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Esta blusa foi feita a muito baixo custo, a partir de um retalho da feira dos tecidos, com botões, linha e entretela do stash, e com um molde gratuito da Marie Claire ideés.

Gostei de usar este molde gratuito, embora não o aconselhe a quem não tem experiência – o molde não incluí margens de costura, e as instruções resumem-se a 5 desenhos e algumas frases em francês. Costurei o tamanho 40/42 que é o maior que é oferecido, serve mas acho que numa próxima terei que explorar a modificação para aumentar o tamanho da peça no peito. 

Por esta semana é tudo, voltarei na próxima. Se quiserem ver como vou usando as peças que fiz à mão vão acompanhando o meu Instagram 😉

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Hi guys!!

Have you had a look at your calendars? Did you notice we’re already in May? This means #memademay is back in full swing, and of course, I had to take part!!

“What is Me Made May?” – you ask. Me Made May is a challenge, created in 2010 by the blogger So Zo to get makers (sewers and more) to use their handmade pieces during the month of May. Of course the challenge is set by each participant, I’ll try to use at least a handmade piece each day, preferably will take a picture and share on Instagram as proof, and I’ll make a few more pieces to complete my handmade wardrobe where needed and to wear on next year’s challenge.

This week, I confess, I failed. I failed a day in the “documentation” challenge and I did not wear any handmade piece on one of the days:

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Day 1 – agnes top

Day 2 – cheyenne tunic

Day 3 – seiklus shawlette

Day 4 – silk cami

Day 5 – juneberry triangle (no photo)

Day 6 –  I failed

Day 7 – biscayne blouse

And by now I’ve already completed my challenge of adding new pieces to my handmade wardrobe:

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This blouse is the epitome of low cost, I used a remnant piece from feira dos tecidos, buttons, thread and interfacing from the stash and a free pattern from Marie Claire ideés.

Even though I like the result I wouldn’t recommend this pattern to anyone less experienced. The pattern does not include seam allowances, and the instructions are 5 drawings and a few lines in French. I sewed up size 40/42, which is the largest offered. It fits but I might try a full bust adjustment on a next iteration of the pattern.

And that’s all for this week, I’ll return next week. If you’d like to follow the pieces I’m wearing each day, please check my Instagram meanwhile 😉

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Vintage shirt dress

Olá Olá

Vim cá mostrar-vos o meu novo vestido camiseiro:

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Desculpem a má qualidade das fotos, tirar foto às 19:00 não funciona de todo!!

 

O molde é o Vintage shirt dress da loja Sew Over it. Como o nome indica, tem um estilo vintage / anos 50 e um corte que adoro. Tenho um vestido de compra no mesmo estilo que amo de paixão, e definitivamente preciso fazer mais vestidos destes, talvez com a barra para os botões falsa, e talvez num tecido um pouco mais fluido.

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Este vestido não tem pinças, apenas pregas nos ombros e na cinta para modelar, se têm dificuldade em fazer pinças talvez seja uma boa opção para vocês experimentarem. Quando experimentei o topo do vestido a cava estava um pouco larga demais no ombro à frente, e por isso cortei uma fatiazinha de tecido para a ajustar antes de costurar a manga. Acho que me assenta bastante bem quer na frente quer nas costas, mas para uma próxima vez irei alongar a frente talvez 1cm em comprimento e retirar 1cm de comprimento nas costas. Acho que a saia poderia ser um pouco mais comprida, o modelo aconselhava uma bainha de 4cm, mas eu fiz só uma bainha simples de 6mm, e mesmo assim acho que preferiria ter o comprimento do vestido por inteiro, sem bainha.

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Sim, nem se nota que estive sentada…

Crítica ao molde:

Instruções – simples e “to the point”. Se já têm alguma experiência em costurar moldes de vários designers vão começar a aperceber-se que algumas vezes os designers mandam fazer algumas coisas nas instruções apenas porque é da preferência deles trabalhar dessa forma. Estas instruções podem ser alteradas sem o perigo de a construção da peça correr mal. No caso dos moldes Sew over it, somos instruídos para chulear as peças todas antes de coser e não se usam pespontos em lado nenhum, apenas são costuradas as margens de costura (understitiching) para manter as peças no sítio. Ora eu prefiro não ficar com a margem de costura completa nas peças terminadas, e por isso nunca chuleio antes de costurar as peças, chuleio tudo no final e aproveito para reduzir a margem de costura também. Se achar que fica melhor um pesponto, esqueço o understitching e faço só o pesponto.

Medidas, ajustes e alterações – Fiz o tamanho 12 (um tamanho abaixo do recomendado para as minhas medidas, mas em que o tamanho final do vestido fosse maior que a minha medida), sem grandes modificações, fora o ajustar a cava e a bainha mais curta como disse anteriormente. Também modifiquei um pouco a construção de maneira a deixar as costuras laterais para o final para que pudesse experimentar e ajustar se necessário.

Tecido – O tecido é um camiseiro de algodão simples, não costurei forro, mas na foto estou a usar uma combinação de alças por baixo para reduzir a estática. Gastei quase 3m de tecido para fazer o vestido com a manga 3/4.

Dificuldade – aconselharia apenas a costureiras aventureiras e já com alguma experiência em fazer peças de roupa. 

Até breve 😉

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Hey there!!

I had to show off my new shirt dress:

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I’m sorry for the poor photo quality, taking pictures at 19:00 is not a good idea at all!!

The pattern is the Vintage shirt dress from Sew Over it. As the name implies it has a wonderful vintage/50’s style that I adore. I have a similar store bought dress that I’ll take to the grave and hope I can wear for many more years to come. I definitively need to make more of these, maybe with a fake button placket and in a swingy-er fabric.

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The dress does not have any darts, just pleats, if you dislike sewing darts it might be a good choice for you. When I tried the bodice on the armscye was a bit to long on the front shoulder, so I took a small slice of fabric off to adjust it before sewing on the sleeve. For my next version I might take maybe a cm in length out of the back and add it to the front lenght. The skirt could also be a tad longer, the pattern recommended a 4cm hem, I went with 6mm and I wish I could not have made a hem at all.

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Yup I sat on it

Pattern review:

Instructions – really simple and to the point. I usually bypass all the typical sew over it instructions, that refer to their particular preferences in construction and aren’t essential for the final product. Sew over it usually recommends zig-zagging or overlocking all pieces before sewing, yet I prefer to do this at the end and reduce seam bulk in one fell swoop. Sew over it patterns also don’t use topstitching, instead they prefer to understitch all pieces. But I do like a topstitch, so I skip on understitching and just topstitch the edges.

Fitting and alterations – I made a size 12 (a size smaller than the recommended for my measurements, yet the final dress size is still larger than the measurement), without adjustments, other than the armscye and hem, as I said before. I also changed the construction order a bit, so I could leave the side seams to the end and adjust there if needed.

Fabric – fabric is a simple cotton shirting, I didn’t add a lining but I use it with a slip to reduce static. I used almost 3m of fabric to make the dress with 3/4 sleeve.

Difficulty – Adventurous begginers to more advanced sewers, or having some expertise in garment sewing (collars are allways a bit tricky to master).

See ya 😉

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Nanook

Olá Olá!!

Terminei recentemente o meu casaco Nanook e estou completamente apaixonada por ele:

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Este modelo estava na minha lista de projectos há imenso tempo e fiquei super feliz de finalmente conseguir fazê-lo e adoro o resultado! Quando comprei o fio Beiroa imediamente pensei no modelo Nanook como a combinação ideal, as frentes em ponto jarreteira são perfeitas para harmonizar as riscas mais escuras e as variações de cor natural da lã. Na minha opinião, a versão original do modelo em cor sólida fica um nadinha sensaborona para o meu gosto ;P  O fio Beiroa é um pouco mais fino que o usado no modelo, mas não é nada que não se remedeie com um pouco de matemática e uma boa amostra. Talvez ainda adicione o botão na gola para poder apertá-lo sempre que me apetecer.

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Embora não o pareça, este casaco tem uma construção sem cavas, circular, o que os anglosaxónicos chamam de “round yoke”, mas esta construção acontece só nos ombros e e costas. Os aumentos são um pouco rápidos, o que faz o topo das costas ter um pouco mais de folga que o necessário. Este é o  único defeito que posso apontar ao modelo. Adicionei um pouco de modelagem para a cintura, apenas nas costas, para melhorar o aspecto “largueirão” do modelo original, mas se o fizesse novamente acho que pensaria em alterar a frequência e posição dos aumentos para os ombros, para que se assemelhasse mais a uma construção raglan. 

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Gostei de usar o fio Beiroa, cheira e sente-se mesmo que é de ovelha, é confortável, tem uma cor linda, mas admito que pessoas com uma pele mais sensível que a minha não vão gostar. É um fio irregular, tem alguma matéria vegetal depositada, e o lote que eu comprei trazia imensos pelos ásperos fiados junto com a lã (o chamado “kemp” para os conhecedores). Passei todo o tempo a retirar pelinhos enquanto tricotava. Mesmo assim, o fio abre e amacia com as lavagens, por isso não o descartem logo, experimentem, vejam se gostam ou não. 

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O que mais posso eu dizer? Estou super contente com o meu novo casaco!!

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Hi guys

I’ve recently finished my Nanook cardigan and I’m in love:

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This is one of those patterns that has been in the queue forever and it did not disappoint!! When I got the Beiroa yarn, I immediately thought of the Nanook cardigan as the perfect pattern to go with it, the garter fronts would be perfect to blend and harmonize the harsher dark brown stripes and to deal with all the natural variation in the wool. In my opinion the original version of the cardigan, in a solid color is a bit to bland for my taste 😛 Beiroa is a bit thinner than what the pattern is designed for, but a bit of gauge math will solve that.  I might add the single button in the collar to fasten it when I feel like it.

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Even tough it does not seem so, the cardigan has a “round yoke” construction, except that it is all in the back. It increases there a bit too fast, which makes the top back a bit rounder than what it should be. That is the only defect in the pattern that I can see. I added a bit of waist shapping in the back to bring it in a bit, but if I were to do it again I’d probably think of changing the increases in the upper back to resemble more a raglan construction.

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I do like the Beiroa yarn, it is sheepy, has a lovely colour, but I’ll admit, people with more sensitive skin than me will not like it. It is a bit irregular, has some vegetable matter scattered in the middle and my batch of yarn had a ton of kemp. I kept plucking it out as I was knitting. But keep in mind that it will bloom in the wash and soften up, so don’t disregard it too soon.

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What more could I say? I’m thrilled with my new cardigan!!

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Projectos de Fevereiro / February projects

Olá Olá

Confesso-me uma fã devota da série The Great British Sewing Bee  e tenho já uma grande colecção  dos livros da série para o provar. Gosto de todos, têm uns capítulos introdutórios excelentes, com toda a informação necessária para começar a costurar, e os projectos são sem dúvida super usáveis. Eeee mesmo assim de uma forma ou outra acabei por nunca fazer nada deles…  😳

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Decidi que estava na hora de finalmente fazer alguma coisa e escolhi dois projectos do último livro. Comecei pelo breton top.

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É um top simples, com um estilo clássico. Não fiquei muito contente com a forma como me assenta, as dimensões descritas no modelo indicam que tem imensa folga no peito e ombros, e por isso fiz o tamanho abaixo. Mas mesmo assim acho que não é para mim.

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O top incluía uma bainha bastante larga com “racha” , mas isto fazia com que ficasse demasiadamente curto e por isso decidi fazer uma bainha normal, com a agulha dupla. O tecido é um jersey de peso médio da The Sweet Mercerie e mesmo não gostando da forma como me fica as minhas capacidades de alinhar riscas estão no ponto!! 😀

O segundo projecto que escolhi fazer foi o Japanese-style top.

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Este top também tinha muita folga nos ombros e peito e por isso cortei um tamanho abaixo, alargando para o meu tamanho nas ancas. O tecido é um jersey mais leve, também da The Sweet Mercerie, adoro a combinação desta “mélange”  com este género de camisola – uma combinação perfeita. Fiquei super contente com este top, a foto do projecto no livro não me inspirava muito mas acho que saiu muito bem.

E porque não queria deixar de incluir esta camisola no blog, mas também não tinha vontade de fazer um post só para ela, deixo aqui a foto da camisola que tricotei para o T. como presente de São Valentim. Foi um teste ao modelo Ryo da Reiko Kuamura:

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Tricotei-a usando um fio da Tricots Brancal que já comprei há anos (o fio é o Austrália), mas fiquei desapontada com a qualidade. O fio tem muito pouca torção para um fio de lã merino, já tive que desborbotar a camisola, mesmo tendo só algumas utilizações. Também acho que deveria ter feito as mangas um pouco mais longas, o T. tem o (mau) hábito de arregaçar as mangas, o que fez com que os punhos ficassem todos esticados e acho que isso tornou as mangas mais curtas (tenho a ideia que ao esticar as malhas na horizontal isso acaba por fazer com que diminuam no comprimento). Todos os detalhes mais técnicos para tricotar esta camisola estão no Ravelry

Até breve!! 😉

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Hi guys

I’ve allways been a devoted fan of The Great British Sewing Bee and have quite the collection of accompanying books. They’re fantastic, the introductory chapters are clear and provide most of the “beggining to sew” information you’ll need, and the projects are definitively wearable, still somehow I never managed to make anything out of them. 😳

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I finally decided to put the last of the books to good use and sew two of the projects. I started with the breton top.

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It is a simple, classical style top. I’m not in love with the fit, looking at the finished measurements it had a lot of positive ease at the shoulder – bust area, so I cut a size down, but still I don’t think it suits me.

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The top included a wide split hem, yet this made the top too short for me, so I just made the regular twin-needle hem. The fabric is a medium weight jersey from The Sweet Mercerie and even though I don’t like the fit of the top my stripe matching skills are flawless 😀

The second project I decided to try from the book is the Japanese-style top.

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Again this had a bunch of positive ease at the shoulders, so I decided to cut a size smaller at the bust and then widen to my size at the hip. The fabric is a lighter jersey from The Sweet Mercerie, I love the pairing of this “mélange” with this pattern – a match made in heaven. I’m super chuffed with this, the project photo in the book wasn’t a favourite but it did turn out quite cute.

And because I didn’t want to leave it unblogged, here’s a photo of the sweater I knit  for T. for Valentine’s. It was a pattern test for Reiko Kuamura, the pattern is Ryo:

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I knit it using yarn from Brancal I bought years ago (Australia yarn), but I’m a bit disappointed in the quality. I think the twist is a bit too loose for a merino yarn, I already had to de-pill the sweater with only a few uses. I should have made he sleeves a bit longer, T. has the (bad) habit of hiking up his sleeves which stretched out the cuffs and I think that it also made the sleeves shorter (in my mind if you stretch stitches horizontally they’ll loose lenght). More technical knitting details on Ravelry.

See ya 😉

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Ano Novo: camisa nova / A new year: A new shirt

Olá malta!! Como estão?

Passei por cá para vos mostrar a minha camisa nova, a minha primeira peça de vestuário deste ano. As camisas normalmente são projectos longos, mas eu não tive muito tempo para costurar este mês, e por isso levei o mês inteiro a fazê-la. Ainda na senda pelo molde de camisa perfeito decidi experimentar fazer a versão A do molde Cheyenne tunic da Hey June Handmade. A camisa é um estilo simples, sem muitas pinças ou outra forma de a tornar mais moldada.

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O molde inclui todos os detalhes que uma camisa feita à mão costuma ter e que eu adoro, como as costuras francesas, bainha enrolada, banda para botões, gola e colarinho que fecham todas as margens cruas do tecido e tornam o interior da peça tão bonito como o exterior. Desta vez fiz a versão com manga comprida que inclui uma carcela a recobrir a abertura com um estilo mais clássico, o que os anglos-saxónicos chamam estilo “castelo”. Esta foi a primeira vez que experimentei fazer este tipo de carcela e acho mesmo bonito e limpinho, podia ser um pouco mais fina para ter um ar mais elegante, mas estou muito contente mesmo assim. Fiz uma mini-asneira e cortei os punhos no perpendicularmente ao fio do tecido, em vez de cortar no sentido do fio como deveria ter sido feito, mas achei o resultado bastante engraçado.  

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A carcela para os botões na frente é construída de forma um pouco diferente ao método mais comum, esta é dobrada ao longo da costura , em vez de ser dobrada a meio, que é mais usual. Isto significa que ao usar a camisa aberta no topo, o reverso do tecido fica visível na zona da carcela. Não estou de todo a dizer que é um problema, mas é um pouco estranho construir a carcela desta forma agora que começo a ficar mais habituada a fazer camisas. 

O tecido, como tem sido já habitual da minha parte é uma viscose, um dos meus tecidos favoritos. Consegui dois pedaços iguais num dos cestos de retalhos da Feira dos tecidos, o que fez com que esta camisa ficasse super baratuxa de fazer, usei botões do meu stash de botões do ebay, e linha azul clara que tinha há décadas. E agora a parte da camisa que não ficou grande coisa, e é sempre o meu calcanhar de aquiles – as costas: 

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Confesso, nunca consigo solucionar o problema do ajuste do molde nas costas, e desta vez tirei uns 5 cm ao comprimento ao centro das costas para compensar as minhas costas encurvadas, mas mesmo assim ainda tem muito a melhorar. Suponho que não se consiga fazer muito sem uma costura na cinta e outra a meio das costas, talvez se experimentasse costurar um tamanho abaixo nas costas e outro na frente melhorasse, o que acham? Há algum especialista em modelagem e ajuste de moldes por aí? 

Até breve ;D

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Hi guys!! How have you been?

I came by to show you my new shirt, my first garment made this year. Shirts really are long projects, yet I just haven’t had a lot of time to sew this month, so it took the whole month to make. Still on the demand for the perfect shirt pattern I decided to try out view A of the Cheyenne tunic pattern by Hey June Handmade. This is a loose fitting shirt, without much shaping included.

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The pattern includes all the nifty details a handmade shirt often includes, such as french seams, rolled hems, button plackets, collar and stand encasing all the raw edges and making the guts as pretty as the outside. I made the long sleeved version this time, which includes a castle-style sleeve placket. This was the first time I tried this type of placket and I find it quite nifty and neat. I wish it was a bit thinner for a more elegant look, but it does look good. I kind of messed up and cut the sleeve cuffs on the cross grain and was to lazy to cut them again, yet I do like the look.

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The button placket is constructed differently to the most common methods, this one you fold along the seamed edge to the fronts of the shirt, instead of folding in half which is more usual. This means that if you wear your shirt open at the top the inside of the fabric will show, it’s not a big issue, but I did find it a bit strange when I was constructing it.

The fabric I used is, as allways, a viscose, one of my favourite fabrics. I got two equal pieces out of the remnant bin at the local Feira dos tecidos, which made this a very thrifty make, with buttons from my ebay stash and thread I had laying around for ages. And now for the not so pretty part and allways my achilles heel – the back:

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Yup I can’t ever nail the fit of the back, I did take about 5cm out of the center back lenght to compensate for my sway back, but it still has a lot to improve. I guess that there’s not much you can do without a waist seam and a center back seam. Maybe if I try a smaller size at the back than the front it would improve the fit, what do you think? Any fitting experts out there?

See ya ;D

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Pentear a lã / Combing wool

No ano passado um colega Açoreano do T. deu-lhe um pedaço de um velo de uma das suas ovelhas Não faço ideia que tipo de ovelha será, mas olhando para a lã produzida pelas várias raças de ovelha portuguesas, penso que é uma Churra, ou um cruzamento com Churra. Tem dois tipos de pêlos – os pêlos mais longos e ásperos e a lã preta mais fofinha. 

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Lavei-a em casa, usando sacos de rede para evitar ter que mexer muito nela. O método que usei é a normal combinação de água bem quente com detergente da louça, que se encontra um pouco por todo o lado na internet. Depois de seca, e de ter pensado um pouquinho como iria continuar o processamento, decidi que iria penteá-la. Os pêlos mais louros são muito ásperos e achei que o fio ficaria mais macio e com uma cor mais bonita sem eles, por isso decidi removê-los e não os incluir no fio. Separei esses pêlos primeiro à mão, e depois coloquei as mechas de lã nos pentes, removendo pêlos claros e ásperos que não saíram à primeira sempre que possível. 

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As primeiras passagens nos pentes foram bastante difíceis e desagradáveis, a electricidade estática acumula rapidamente na lã ao passar com os pentes de metal. Uma solução fácil e rápida é adicionar alguma humidade para ajudar a pentear – o livro “The spinners book of fleece” recomenda várias receitas para preparações para pentear, decidi usar a seguinte:

  • 1 parte álcool para desinfecção (96%)
  • 2 partes óleo milagroso para cabelo (com óleo de argão) – em substituição do azeite que recomendavam, porque cheira melhor 😉
  • 7 partes água

É muito fácil de aplicar – basta usar uma garrafinha para borrifar a lã, eu aplico na lã após prender as mechas nos pentes (evitando aplicar directamente nos dentes, porque a acumulação de óleo no metal não é o melhor para a durabilidade). 

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Depois é só pentear, e depois de algumas passagens e puxar a lã para a retirar dos pentes, o resultado é uma tira de “top” que está já pronta a fiar. A penteação produz muito desperdício – mas este desperdício é todo imperfeições que tornam o fio de pior qualidade – borbotos, matéria vegetal. Não me lembrei de pesar a lã que tinha antes de começar a lavar e pentear, mas terminei com 190g de um fio de espessura média-grossa (worsted) constituído por 3 cabos, devo ter tido pelo menos a mesma quantidade em desperdício. Fiei-o no estilo worsted na velocidade 8.5:1 (ratio), o resultado é um fio com um ar bastante mesclado, e parece bem resistente, no entanto, como mesmo retirando o mais possível, ainda tem bastantes pelos ásperos, o que faz com que o fio não seja macio. Porque quero fazer alguma coisa para agradecer a lã ao colega do T. acho que este fio vai ser ideal para fazer umas pantufas de andar por casa. Quando conseguir tricotá-las mostro os resultados. 

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Até breve ;D

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Last year a co-worker from T. gifted him a portion of fleece from their sheep, he’s from Azores. I have no idea of what kind of sheep it is, by looking at the type of wool Portuguese sheep breed produce I’d guess it’s some kind of Churra, or some kind of Churra half-breed. It has two types of hair – the longer, coarser and blonder hair, and the fluffier black wool.

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I washed it inside the house, using lingerie mesh bags to avoid moving it around a lot. The method I use is the common hot water – dish detergent combination spread around everywhere. After drying and having a good look and thought at the wool I decided I wanted to comb it. The blonder hairs were really coarse and I wanted to remove most of it. I separated the majority of the hair by hand, and then lashed out my locks on the mini-combs removing the coarser hairs whenever I could.

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Because my first attempts at combing with this fleece were quickly becoming unpleasant due to the static electricity build up, I decided to use some moisture to help with the combing. The book The spinners book of fleece recommends a few recipes for “combing milk” (combing solutions), I used the following:

  • 1 part rubbing alcohol
  • 2 parts hair oil product (with argan oil) – in substitution to the olive oil, because it smells better
  • 7 parts water

It’s really easy to apply – just use a mist bottle and spray the wool locks on the combs (avoid getting too much on the teeth, because oil build up is not good for their durability).

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Then just comb away, and pull of your combed wool from the combs into a lovely combed wool strip that’s ready to spin. Combing does produce a lot of waste, yet this waste it’s almost only nepps and vegetable matter, which would reduce the quality of your yarn if it got in it. I did not have the presence of mind to weigh my fleece before washing, but in the end I got only 190g of a worsted weight 3-ply yarn. I think I might at least have lost the same amount in waste. I spun the wool worsted style, on my 8.5:1 ratio whorl, the result is a durable, yet quite coarse yarn. There’s still a lot of hair on it. Because I wanted to gift something back to the co-worker from T. that provided the wool, I think this yarn will be ideal for house slippers. I’ll share the results when I’m able to knit them.

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See ya ;D

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