#Operation sock drawer

Hi everyone!

I may or may have not shared before that I started the year working abroad. I don’t know if you’ve ever been living out of a 20kg suitcase for a while, but there’s only so much you can bring with you. This time around, I decided to not pack new projects, to force myself to complete a few, and in case I ran out of knitting, I packed a few balls of sock yarn. So I’ve inadvertly limited myself to knit socks, sure I could do something else with the sock yarn I’ve brought, but Luxembourg is such a cold and wet country that I NEED wool socks. So “purloining” the Knitmore girls podcast idea, I’ve been filling up my sock drawer with handknit socks (even though I don’t have a drawer to shoot the socks in…).

Three of these pairs have been knit before (the grey, the dark blue and the pole dance), and I’ve been working on four more pairs.

These have been knit in Regia fluoromania. I love this color and they have had several previous incarnations, and even became a pair of wraptor socks. I love the colors in the skein and in the order they show when knitted, but if you try to change the progression of colors they do not work as well with each other.

They looked great, but the cuff had no elasticity whatsoever, and only after a lot of effort was I able to put these on. In the end even though I loved their look I had to frog them, and decided to knit a simple pair of toe-up socks, using a new-to me heel, the OMG heel. Even though I’m not taking full advantage of this heel, which is supposed to mantain the stripe sequence in self-striping yarn, it was a fun heel to try and the socks fit wonderfully. The only problem with this pair is that I increased too much for the leg, and they are a bit loose (note to self: do not, ever again, make gauge math in bed at 2am).

This is the second pair I’ve started this year, and these were not knit from newly bought yarn, but from one year old stash, so yayyy for stash busting!!!

The pattern is Pucker from General Hoffburger. These were actually my first ever truly classic top-down heel flap socks, and they worked out just fine. I love the fit of a toe-up heel flap, so I knew that I’d love the fit of these socks, and the pick up for the gusset was not as bad as I thought, considering the number of people I heard complaining how they hate picking up for the gusset. Anyhow my only snafu with these socks was figuring out how to match the pattern in the gusset, in the end I decided to keep the sole in simple stripes until all gusset stitches were decreased. This pattern is a very fun way to add some colorwork to socks, if you don’t like fairisle – there are no floats, just some slipped stitches.

This one is the third pair I started this year. These are technically still a HO, as I only finished one sock, and they’re not for myself, but for my boyfriend.

The pattern is semi-improvised, they’re toe-up, I did my regular round toe: Judy magic cast-on 8st, increase 4st every row until you have 16st (usually half the final number of stitches) on each needle, increase every other row until the desired number. I worked a simple 4 row stripe from each end of a Crazy Zauberball in the colorway River bed, and then I tried  the Cat Bordhi’s sweet tomato heel. I can’t really say much about the fit of the heel, as the socks are not for myself, but if putting it on over handknit socks is any match for feet a bit larger than my own, they should fit just fine.

The reason these socks are still a HO is because I decided I could not procrastinate more, and should finish the polka dot socks.

OMG knitting on 2mm needles has been such a chore. I don’t know if it is the yarn, or the needle, but I can’t work on these for a long time without getting hand pain. Fabel is a bit thinner than the other sock yarns I’ve been using, and it’s quite scratchy around my neck which I think has been contributing to me having such a bad time knitting these up. Too bad, because I’m waiting for the Garnstudio sock yarn promotions to get my hands on some more unicolor Fabel sock yarn – I have the dream of knitting a pair of socks inspired on mantas de Minde, and I want to adapt the pattern from these sleeves (Mangas Mindericas):

Are you taking part of the #OperationSockDrawer? How are your socks coming along?

Olá! 

Já não me recordo se partilhei aqui que comecei o ano a trabalhar no estrangeiro. Não sei se alguma vez já experimentaram viver a partir de uma mala de 20kg por algum tempo, mas há um limite para aquilo que conseguem transportar com vocês… Desta vez decidi não trazer nenhum projecto novo, para me obrigar a terminar vários projectos começados, e caso me acabassem todos os projectos, empacotei mais alguns novelos de fio para meias. Assim inadvertidamente acabei por me limitar a tricotar só meias, claro que podia fazer outras coisas com o fio para meias que trouxe, mas o Luxemburgo é um país tão frio e húmido que eu PRECISO de meias de lã. Assim, surripiando a ideia das Knitmore girls, tenho estado a encher a minha gaveta das meias com meias feitas à mão (mesmo sem ter uma gaveta onde tirar foto às meias…). 

Três pares foram tricotados anteriormente (as cinzentas, as azuis escuras e as pole dance), e entretanto já fiz / estou a fazer mais quatro pares:

Estas meias foram tricotadas em Regia Fluoromania. Adoro a cor, mas estas meias já tiveram várias incarnações anteriores em diversos modelos, e chegaram mesmo a ser um par de meias wraptor. As cores são lindas no novelo, e na progressão lenta em que são apresentadas, mas não funcionam umas com as outras quando tiradas da ordem original.

As meias wraptor estavam lindas, mas o cano da meia não tinha elasticidade nenhuma, e foi preciso um grande esforço para as calçar. No final mesmo gostando do efeito, acabei por decidir desfazê-las e utilizar um modelo simples de meias tricotadas a partir da ponta dos dedos, com um calcanhar novo para mim, o OMG heel. Mesmo sem tirar o máximo proveito do propósito deste calcanhar, que mantém a sequência de cores quando se usam fios que fazem efeito de riscas, é um calcanhar muito fácil de trabalhar e as meias calçam e servem perfeitamente. O único senão deste par de meias é que elas estão um pouquinho largas na perna, aumentei demais no cano (para referência futura: nunca mais faças contas na cama às 2 da manhã!!). 

Este é o segundo par que comecei este ano, e foram feitas a partir de fios que já tinha comprado há um ano – yayy para usar fios do stock que tenho acumulado!!! 

O modelo é o Pucker de General Hoffburger. Na realidade estas foram as primeiras meias que fiz com uma construção clássica, feitas a partir do cano, com uma aba para o calcanhar. Eu gosto muito da forma como este calcanhar funciona em meias tricotadas a partir da ponta dos dedos, por isso já sabia que iria gostar da forma como as meias servem, e a parte de apanhar malhas para virar o calcanhar não foi assim tão má, tendo em conta que muitas pessoas tem dificuldades com este calcanhar. Bem o único problema que tive ao tricotar estas meias foi perceber como trabalhar o padrão da meia na parte das diminuições depois do calcanhar, no final decidi manter a sola com riscas simples até que todas as diminuições fossem feitas. Este modelo é uma forma muito engraçada e original para adicionar um padrão com cores a meias, sem ter que trabalhar com dois fios ao mesmo tempo – o padrão é feito apenas a passar malhas sem tricotar, e não há fios passados por dentro. 

Este foi o terceiro par que comecei este ano, e tecnicamente ainda são só meio-par. Não são para mim, são para o meu namorado. 

O modelo é semi-improvisado, são tricotadas a partir da ponta dos dedos, fiz a minha biqueira redonda preferida: montagem de 8 malhas usando o Judy magic cast-on, aumentar 4 malhas até ter 16 em cada agulha (ou metade do número de malhas final em cada agulha), aumentar em carreiras alternadas até ter o número de malhas desejadas. Tricotei riscas de 4 carreiras a partir de pontas alternadas de um novelo de Crazy Zauberball na cor River bed, e depois experimentei usar o calcanhar sweet tomato heel da Cat Bordhi. Não posso dizer muito acerca da forma como o calcanhar serve, porque as meias não são para mim, mas se calçando-as em cima de outro par de meias grossas é o suficiente para imitar pés 3 tamanhos maiores que os meus, elas devem servir perfeitamente. 

A razão para estas meias ainda serem um meio-par e não um par completo é porque decidi que não podia adiar mais e devia terminar de tricotar as meias polka dot socks.

Tricotar em agulhas de 2mm é TÃO chato! Não sei se é o fio, ou as agulhas, mas não consigo trabalhar nestas meias por muito tempo sem ficar com dores na mão esquerda. O fio é o Fabel, que é um pouco mais fino que outros fios de meias que tenho usado, e arranha bastante em volta do meu pescoço, o que tem contribuído para as minhas dificuldades em acabar este par. É uma pena, porque tenho estado à espera que a Garnstudio comece as promoções em fios de meias para comprar várias cores de Fabel – tenho estado a magicar tricotar um par de meias inspirado nas mantas de Minde, adaptando o modelo destas mangas Mindericas:

E vocês? Tem trabalhado nas vossas #OperationSockDrawer? Têm feito meias?

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