A tiny fiber study part III/ Um pequeníssimo estudo de lãs parte III

Hi everyone!

Thank you for coming back to my final tiny fiber study post! I’m going to finish talking about the types of wool and fibre blends I’ve already tried and sharing my oppinions on it. I loved doing these posts, I’ve been learning by searching up the different breeds and I’m thinking of continuing on doing some of these in the future, when I’ve tried some more breeds.

So let’s start:

I’ll start with two breeds I’ve only tried in tiny fiber samples. I got them both as a present from Hilltop cloud and they’re a fun experience. On the left is the Dorset Horn, this breed of sheep originated in south England, though it’s lineage is not clear, they might be the result of crosses of Merinos with horned Welsh sheep or be descendants of native southern England sheep populations. Its wool is very white with organized, fine and regular crimp pattern and feels crisp or firm. I found it to draft really easily but I think the finished yarn feels really rustic, and it might not be the best breed for next to skin projects. On the right is my Southdown sample, and I had so much fun spinning this. I found that southdown wool was the most elastic wool I ever tried, really if felt like spinning a spongy elastic, it was so fun. Southdown belongs to the Down family and produces the famous down type wool: which is exactly what I described a chalky, elastic wool and is quite resistant to felting. I think I’ve spun both of these worsted, the Dorset Horn is a 2-ply and the Southdown a chain-ply.

And finally the Polwarth:

Polwarth is a breed of Australian origin that produces a really soft and fine wool. This 50/50 blend with Lyocell from Regenbogenwolle was a real dream to spin. It was super easy to draft and the Lyocel (a mix of tencel, made from processed wood pulp, and seacell, from seaweed) gave it a lovely shine. I spun this worsted and 2-ply, and it fluffed up a bit in the wash, as usual for polwarth wool. I’m not sure what it will become, if you have nice ideas for a ~340m skein please share!

So that’s all, please comment and give me suggestions on fibers I must definitively try, and share what have you been spinning too!

See you soon! 😉

Olá olá!  

Obrigada por regressarem para ler o meu último post do meu pequenino estudo de lãs! Com este post termino a minha revisão aos tipos de lã e outras fibras que já exeperimentei. Adorei fazer estes posts, tenho aprendido imenso ao pesquisar os vários tipos de lã, e penso que de futuro vou continuar a escrever sobre novas raças ou outras fibras que experimente, espero que gostem deste género de posts ;).

Vamos começar?

Estas duas primeiras raças de ovelha só experimentei em pequenas amostras que me foram oferecidas com outras encomendas da loja  Hilltop cloud e achei uma experiência fantástica. Na esquerda está a minha amostrinha de Dorset Horn, esta raça tem origem no sul da Inglaterra, mas a sua origem não é clara, poderão ser o resultado de cruzamentos entre ovelhas merino e ovelhas da galesas, ou então serão descendentes de populações de ovelhas nativas à zona do sul da Inglaterra. A lã que produz é muito branca, com um padrão de ondulações nas mechas fino e regular, e o toque das mechas é firme. Achei que a lã era bastante fácil de fiar mas o fio é bastante rústico e poderá não ser o melhor para projectos que fiquem em contacto com a pele. Do lado direito está a amostra de Southdown, que pertence à família das ovelhas Down, que produz o famoso tipo de lã Down: lã de cor branca, leitosa e elástica, bastante resistente à feltragem. Achei muito divertido fiar esta lã, foi a fibra mais elástica que já experimentei, parecia uma pequena esponja elástica.Não posso garantir porque não me recordo bem, mas acho que fiei ambas no estilo worsted, a Dorset Horn é um 2-ply e a Southdown um navajo-ply, ou uma torção em cadeia.

E para terminar, a Polwarth:

Polwarth é uma raça de ovelha de origem Australiana que produz lã fina e extremamente suave. Esta mistura 50/50 com Lyocell da loja Regenbogenwolle foi um sonho a fiar, muito fácil de separar e o Lyocell (uma mistura de tencel, feito a partir de polpa de madeira processada, e seacell, feito a partir de algas) deu um brilho lindíssimo ao fio. Fiei esta fibra no estilo worsted e tem uma torção de 2 cabos, depois de lavar cresceu um pouquinho em grossura, como habitual nas lãs Polwarth. Não estou certa do que irei fazer com ela, se tiverem boas ideias para uma meada de ~340m por favor partilhem!

E pronto, é tudo, por favor comentem e deixem sugestões de fibras que tenho mesmo que experimentar, e partilhem o que tem estado a fiar também.

Até breve! 😉

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3 thoughts on “A tiny fiber study part III/ Um pequeníssimo estudo de lãs parte III

  1. Naná says:

    Acho este tipo de post muito interessantes, especialmente porque me permite perceber como é que a lã aparece, como é composta, fiada etc.
    Outra coisa que me anda a interessar são as raças de ovelhas autóctones, visto que sempre fomos um povo virado para a agro-pecuária e é pena que tanto do que fomos se tenha ido perdendo ao longo das décadas. Às vezes o progresso tem este efeito pernicioso…

    • iribeiro says:

      Também gostava de trabalhar mais com lã nacional, infelizmente excepto o merino não se encontra a venda. Consegui arranjar de ovelhas de familiares mas não estão registadas como sendo de uma raça específica, podem ser mistura e por isso fica difícil perceber as características da raça. Outro problema é que com esta lã o processamento tenho que ser eu a fazer, que é muito moroso.

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